sexta-feira, 23 de junho de 2017

PARQUE DO COCÓ

Depois de quase cinquenta anos , após luta contínua dos ambientalista do Ceará , finalmente o atual
Governo do Estado , representado por Camilo Santana , regulamentou toda a área abrangida pelo
curso do rio Cocó até chegar ao mar , num total de 1.500 hectares , fazendo a reconexão de Fortaleza com o meio ambiente existente em todo o seu trajeto .
A transformação do Parque do Cocó em unidade de conservação da natureza , deverá estabelecer
um relacionamento mais afetivo sustentável e ético , com quem habita aquela área da cidade .
Nestes tempos de hoje , será necessário reconstruir mais e melhor , o que se destruiu em décadas .
O crescimento desordenado de Fortaleza , e a super exploração dos nossos recursos naturais , fez
com que muitas espécies animais e aquáticas , quase que desaparecessem do seu habitat natural .
Agora , com o novo dimensionamento e delimitação de toda a área de preservação , todo o cenário
emoldurado pela Natureza voltará à sua realidade , proporcionando aos que adentrarem ao parque
uma oportunidade ímpar de viver e sentir todo o esplendor do ambiente ecológico no coração da
metrópole .
A mais nova Área de Proteção Ambiental ( APA ) implantada na capital cearense , tem por objetivos
despoluir , fiscalizar todos os mananciais ao longo do curso do rio Cocó , proteger os manguezais que
dão cobertura à reprodução cíclica dos caranguejos e outros crustáceos que procriam nas margens do
rio , até chegar à sua foz adentrando ao mar , bem como manter a flora e fauna nativa inseridas nela .
Finalmente , é de concluir-se que a demarcação da APA  do rio Cocó , é sem dúvida nenhuma , um 
ganho para a cidade de Fortaleza , que terá a partir de agora , a maior área verde de proteção dentro
das grandes metrópoles do Nordeste brasileiro .

Anexamos , vídeo inserido na publicação do jornal  " O  Povo " constante no Youtube que nos dá
uma visão privilegiada de toda a cobertura da área recém regulamentada pelo Governo do Ceará .

Pesquisas  nos  Sites  :  google /  www.opovo.com.br  /  Imagens do google


                                    Jerônimo Furtado Sales

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            Use fone de ouvido , veja em tela cheia , no link acima  :


quinta-feira, 15 de junho de 2017

MAR PROFUNDO

Pesquisando Profundezas do Mar  :

Os corais existentes nas profundezas oceânicas , já catalogados pelo homem , indicam vida
marinha diversificada a mais de sessenta e cinco milhões de anos , segundo o pesquisador
biólogo , zoológo e oceanógrafo brasileiro Alberto Lindner .
Lindner fez uma viagem de quase seis meses , navegando em navio de pesquisas oceanográficas
pelas águas geladas do Mar de Bering na região norte do Alaska , bem nas proximidades do Polo
Norte .
Também velejou pelos mares quentes da Nova Caledônia , visitando ilhas do oceano Pacífico .
Passando também em sua rota pela Nova Zelândia e Austrália .

Interesse da Expedição de Alberto Lindner  :

A missão do conhecido oceanógrafo brasileiro , era na verdade coletar o maior número possível
de um grupo raro de corais , com formas as mais variadas de cores marcantes e intensas , que não
existem nas costas brasileiras .
Sua pesquisa se deteve na espécie da Família   " Stylasteridae  " , encontradas somente no Pacífico .
A captura dos corais raros , foi realizada de forma artesanal usada pelos pescadores locais , manejou
um tipo de rede fina , que consegue arrastar no leito marinho de águas profundas , exemplares de
formas diversas ,
Ao final da expedição à região , foram recolhidos três mil  ( 3.000 )  exemplares de tamanhos os
mais variados , desde alguns centímetros até um metro . 
As colônias de corais tem milhões de  " invertebrados  ", com corpos simples , formados por uma
boca rodeada de tentáculos com uma cavidade única , funcionando a um só tempo como estômago
e intestino .

Tese de Doutorado do Pesquisador  :

O ilustre biólogo e oceanógrafo catarinense Alberto Lindner , desenvolveu sua Tese de Doutorado
nos Estados Unidos , apoiado  pela Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível 
Superior  ( Capes ) , em conjunto com a National Science Foundation .
Realizou ao tempo de seus estudos e pesquisas em território norteamericano , comparações de alta
magnitude científica , quando descobriu que entre os corais coletados em suas viagens oceânicas ,
na família dos  " Stylasteridae  " há vinte e seis  ( 26 ) espécies diferentes , que ainda não haviam sido
classificadas pela Ciência Biológica Marinha , 
Em sua nova descoberta , Lindner detectou que os corais possuem formas de folhas de alface , ou de
arbustos com pigmentação carmim , amarelo ou laranja  - milhões de algas microscópicas chamadas
de  " zooxantelas  " , as  quais , determinam as cores de outros grupos .
As algas , pertencem aos gêneros  " Stylaster "  " Lepidopora "  e  " Lepidotheca " foram encontradas
a uma profundidade variando de 100 até 1000 metros , em regiões onde existem bancos de corais em
colinas marinas calcárias , com a cobertura viva , constituindo-se uma das maiores biodiversidades
em águas profundas do planeta . Atualmente estas espécies raras , estão ameaçadas pela pesca de
modo predatório e também pela alteração climática que acontecem nos diversos oceanos em seus
movimentos constantes .

Evolução  Fossilífera  dos  Corais  :

Toda a coletânea de informações científicas , recolhidas por Lindner e seu grupo de pesquisadores ,
após vários anos de estudos e explorações oceanográfica em águas marinhas de cinco continentes ,
nos mostra que através das amostras de formações de corais em águas profundas , que aconteceu
uma evolução gradativa , através do espaço temporal de sessenta e cinco milhões de anos , quando
ainda havia a junção dos continentes antigos , antes mesmo de ocorrerem separações continentais .
Concluindo o brilhante trabalho oceanográfico , Alberto Lindner , defendeu em sua Tese que as 
espécies de corais " Stylasteridae  " em diversas áreas oceânicas surgiram há  65.000.000 de anos .
Alberto Lindner é mestre em oceanografia e doutor em zoologia marinha em águas profundas , e ,
exerce o Magistério na Universidade de São Paulo  - USP , tendo vários trabalhos publicados em sua
especialização . 

Anexamos vídeo captado do Youtube , sobre o tema  " Las Aguas Oceánicas  "  , contém várias
informações aclaradoras sobre o que acabamos de escrever . Use fone de ouvido veja em tela cheia .

Pesquisas nos Sites  :  google  /  revistadepesquisadafapesp.br  /  Imagens dos sites citados .

               
                                       Jerônimo  Furtado  Sales 

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sexta-feira, 9 de junho de 2017

CIÊNCIA MARINHA

Conceito e  Profissão  :

A oceanografia é uma ciência também conhecida como  " ciência do mar " , que estuda o solo
marinho e seu ambiente , sendo também um ramo das Geociências que dedica-se a estudar toda
a zona marinha dos oceanos , os sedimentos submersos dos mares , lagos , e porções aquáticas .
Ocupa-se ainda a oceanografia , da descrição física e interpretação dos fenômenos que neles são
verificados , bem como a interação com todos os continentes e a relação com a atmosfera .
O profissional dedicado ao estudo , pesquisa , e manejo marinho  é o oceanógrafo .

Divisão da Oceanografia  :

Para estudarmos a oceanografia , teremos que compreender sua divisão em cinco áreas  :
Oceanografia Física , Oceanografia Química , Oceanografia Biológica , Oceanografia Geológica e
Oceanografia Social .
Destacamos ainda as importante subáreas  :  Paleoceanografia  e  Bioquímica Marinha .

Histórico e  Origem  :

O mar é uma fonte inesgotável de estudos , pesquisas e mistérios para o homem , até mesmo os povos primitivos , já se interessavam em saber o que havia em suas profundezas e composição do assoalho .
Um detalhe importante é o ano de 1872 , quando se realizou a primeira expedição através dos mares
pelos cientistas e pesquisadores W. Thomson  e  John Muray , após o ocorrido , foi desencadeada a
exploração das rotas oceânicas através dos continentes conhecidos até então .
No Brasil , a instituição que estuda a oceanografia sendo conhecida pelas suas experiências é o Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo .

Anexamos vídeo informativo e explicativo sobre a Oceanografia  -  captação no Youtube .
Pesquisas nos  Sites  :  google  /  wikipediaoceanografia  /  Imagens  dos sites citados .


                                      Jerônimo Furtado Sales 

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domingo, 4 de junho de 2017

ESTRATO GEOLÓGICO

Conceito geológico  :

Estratigrafia é a ciência do ramo da Geologia que estuda e descreve os estratos .
Na definição clássica , podemos  dizer que é a descrição de todos os corpos rochosos que formam a
crosta terrestre e estabelece relações entre a sua distribuição no espaço , com a sucessão no tempo
para interpretar a sua história geológica .
A estratigrafia não se relaciona apenas com a posição ou sucessão original das camadas rochosas ,
como também não é limitada às relações de idades dos estratos e sedimentos rochosos .
A Ciência Estratigráfica , trata das relações de forma , arranjo e disposição na distribuição geográfica
e na composição litológica , nos conteúdos fossilíferos , nas propriedades geoquímicas e geofísicas .
Relaciona-se ainda na interpretação genética , ambiental e também na história geológica da Terra .

Objetivo da Estratigrafia  :

O principal fundamento da estratigrafia , está na observação das unidades litológicas , e , através de
suas propriedades , chegar à descoberta de sua origem , estabelecendo sua evolução temporal bem
como a espacial .
Em resumo , a estratigrafia estuda as relações no espaço e no tempo dos conjuntos líticos , e todos
os acontecimentos neles registrados , podendo chegar a reconstituição da história do Planeta .

Estratos ou  Camadas  :

Ao falarmos de Estratigrafia , fica entendido sempre a ocorrência de  " estratos  " , que podem sempre
preceder ou suceder uns aos outros .
Podem ocorrer sequências de estratos , em camadas sobrepostas ,  planos graduais e com espessuras
variáveis , desde estratos inferiores a um centímetro , até camadas de vários metros de espessura .
Quando não ocorre falhas nem dobras na rocha , a camada antiga é sempre a camada mais abaixo ,
sendo que a mais recente encontra-se mais acima .
Anexamos vídeo explicativo sobre a " Estratigrafia " , captação no site Youtube .

Pesquisas nos  Sites  :  google  /  wikipedia /  Imagens dos sites respectivos 


                                       Jerônimo  Furtado  Sales 

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                 Use fone de ouvido , veja o vídeo no link acima  :




segunda-feira, 29 de maio de 2017

UM ANO DE SAUDADE

Professor  Alexandre Magno Feitosa Sales  :

Diletos amigos , parentes e seguidores de nossa página  GEODINO  :
Hoje transcorrem exatos 365 dias do falecimento de meu filho primogênito Alexandre Magno .
As saudades ainda são recentes e  incomodam pelo vazio que ele deixou em todos nós .
Apenas a conformação espiritual , nos faz aceitar os desígnios de Deus , pois sabemos que sua
passagem foi programada precocemente pela sabedoria Divina , achando  que Alexandre já
havia cumprido sua indelével missão na vida terrena , agora , ele está no plano dimensional !
Sua postura de filho amado e sempre solidário com os pais , com os irmãos , grande companheiro
na vida conjugal , pai exemplar de duas princesas ( Laura e Maria ) , o amor era sua marca  pessoal . Honrou com dignidade suas duas profissões de Geólogo e Professor , sendo também pesquisador respeitado no mundo acadêmico , pelas atuações brilhantes em múltiplos trabalhos e com  livros publicados sobre  Paleontologia .
Trabalhou e divulgou nos quatro cantos do Brasil e Exterior , sua querida Universidade Regional
do Cariri ( URCA ) , a instituição que o acolheu tão bem ao ser aprovado em concurso publico ,
para a área de Geociências , desenvolvendo ao longo de dez ( 10 ) anos , após seu retorno da USP
onde realizou especializações de Mestrado e Doutorado em Paleontologia Estatigráfica , um belo
ofício profissional .
Inicialmente , por nomeação governamental na gestão Lúcio Alcântara , foi Diretor do Museu de
Paleontologia de Santana do Cariri , sob a administração direta da URCA .
No segundo momento , ocupou no Magistério Superior as cátedras de Ciências Biológicas,  e , logo
após a criação da especialidade em Paleontologia , cadeira da qual foi  professor Adjunto , exercendo
a função até novembro de 2014, quando em dezembro do mesmo ano , infelizmente foi detectada uma enfermidade gravíssima , que o levou a óbito em 29 de maio de 2016 .
Não posso deixar de destacar aqui , que o Professor  Alexandre Sales deixou dentre os seus vários legados intelectuais , a marca da competência e do saber , quando participou ativamente do núcleo
central como Professor e Cientista , do grupo que criou , formatou e acompanhou até sua conclusão
o Projeto do  " Geopark Araripe "   na Conferência Internacional da Unesco em Belfast na Irlanda do Norte , onde participou com toda a comitiva cearense , inclusive com a presença do Governador Cid
Gomes em setembro de 2006 , quando da audiência de acreditamento da UNESCO a nível mundial .
Domingo dia 28 , aconteceu a solenidade religiosa na Matriz de Bom Jesus dos Aflitos em Parangaba
igreja onde Alexandre foi fiel às coisas de Deus , sendo realizada ali sua primeira eucaristia e benção do Crisma . 
A celebração da Santa Missa foi em intenção de sua alma , onde foram presentes seus pais , irmãos , primos , cunhados , parentes e amigos das famílias Feitosa e Sales .

Em homenagem póstuma ao dileto filho , foi criada esta página com a intenção de divulgar suas
obras culturais , que ficarão para sempre na memória de todos aqueles que o conheceram em vida .
Anexamos nesta oportunidade , vídeo que está estampado no rosto de chamada do blog , para que
possamos recorda-lo através das imagens gravadas no seminário de Geologia em Belo Horizonte .
Naquela solenidade , o Prof. Alexandre Sales representou com brilhantismo a URCA e falou aos 
presentes como membro do núcleo central  do Geopark Araripe , sobre suas visitas acadêmicas às
universidades da Europa onde existem em funcionamento ,  Geoparks  acreditados pela UNESCO .
As imagens anexadas , são do acervo familiar , de ex-alunos , e do Prof . Alexandre Sales .


                                                Jerônimo Furtado Sales


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sábado, 27 de maio de 2017

MUSEU DE SANTANA

Museu de Santana do Cariri -  Histórico  

O Museu de Paleontologia de Santana do Cariri , hoje pertence administrativamente à URCA .
Entretanto , quando fala-se de seu passado , há de ser lembrado o Professor Plácido Cidade
Nuvens , seu primeiro benfeitor quando exercia as funções de Prefeito Municipal de Santana .
Transcorria o ano de 1985 , tendo o Prof. Plácido criado com um acervo particular um museu
que seria mantido naquele momento , pelo órgão municipal .
Três anoa depois , no dia 26 de julho de 1988 , o Museu de Santana do Cariri , foi doado na 
forma de comodato , à Universidade Regional do Cariri ( URCA ) , que  passou então para 
a administração daquela universidade , como segue até os nossos dias .

Referência na Pesquisa Científica :

Na atualidade , o  Museu de Santana do Cariri é referencia nacional e internacional , no setor
de pesquisa paleontológica , na especialidade em sedimentologia e por último na pesquisa de
trabalhos científicos na área da estatigrafia .
Com um considerável acervo de mais três  ( 3.000 )  mil itens catalogados , mantém em exposição
permanente , fósseis do período cretáceo , com a idade de 110 milhões de anos que contam toda a
vida pré-histórica da Região do Araripe .
Dentre as amostras fossilizadas expostas no Museu de Paleontologia estão : fósseis de dinossauros ,
pterossauros , peixes de várias espécies , tartarugas , lagartos , aranhas , libélulas , borboletas , rãs ,
mosquitos , escorpiões e muitos exemplares de plantas petrificadas , destacando-se os troncos  de
mais de uma tonelada de peso que foram silicificados .
As fossilizações ocorreram pelas mudanças climáticas e geológicas em nosso planeta , e em toda a
zona da região do Araripe em longos períodos e eras , devido ao alto teor de salinidade no solo e a
pouca presença de oxigênio no ar .

Escavações Controladas pelo Museu  :

Todas as escavações científicas , são controladas  por uma equipe de geólogos e paleontólogos ,
os quais são credenciados pela URCA e prestam  serviços de pesquisa sob os auspícios do Museu
de Paleontologia de Santana do Cariri .
Numa das muitas escavações já realizadas na área de cobertura do Geopark Araripe , foi descoberta
a carcaça dos ossos e tecidos moles , do dinossauro mais conhecido de Santana , que recebeu o nome
científico de  " Santanaraptor placidus " , em homenagem justa ao primeiro protetor dos fósseis , o
conhecido  Professor Plácido Cidade Nuvens .

Gestão do Prof. Alexandre Sales   :

O professor Alexandre Magno Feitosa Sales , ocupou a direção do Museu de Paleontologia de 
Santana do Cariri por três anos consecutivos  ( 2005 , 2006 , 2007 ) , por nomeação oficial do
então Governador Lúcio Alcântara .
Foi no período de sua gestão , que conseguiu aprovar um projeto de largo alcance para o Museu .
No Projeto inovador e de grande envergadura , como  reforma estrutural na ampliação física de
vários setores da instituição , modernização dos equipamento existentes , e ainda a construção de
moderno auditório para conferências e projeções cinematográficas , uma nova biblioteca , e um
centro de pesquisa informatizado , um laboratório especializado em pesquisas e estudos dirigidos
à investigação científica .
Destaque-se que no inicio de sua gestão ( 2005 ) , aconteceu a primeira grande exposição itinerante
do Museu de Santana , sob os patrocínios da URCA  e da Universidade de Fortaleza ( UNIFOR ) ,
onde foram expostos fósseis durante quatro meses ( maio / agosto ) ,  na capital cearense  .
Este assunto , está detalhado na postagem anterior , onde o Prof. Alexandre Sales foi o apresentante
e curador de parte do acervo deslocado para a cidade de Fortaleza .
Também foi implementado o vitorioso projeto  do Guia Jovem , onde garotos de 13 a 15 anos foram
treinados  para conhecer toda a história dos fósseis do Museu e ainda receberam a capacitação em um
treinamento de noventa dias , para desempenharem as profícuas funções de Guias aos visitantes .
De grande impacto cultural na cidade , foi a implantação da oficina de aproveitamento do rejeito de
pedra cariri , outrora jogado fora pelas mineradoras da região , na confecção pelos jovens aprendizes
de réplicas de dinossauros , libélulas que tornou-se " simbolo do Museu " e outros animais expostos .
Destaque-se que toda a renda das réplicas confeccionadas nas oficinas mantidas pelo museu em um
convênio com a Prefeitura local , é incorporada ao patrimônio da instituição científico-cultural .

Anexamos imagens pertinentes ao tema exposto , bem como , flagrante da exposição do Professor
Alexandre Sales , no espaço exibível à visitação pública no Museu de Santana em 2006 , quando 
ocupava as funções de Diretor daquela instituição mantida pela Universidade Regional do Cariri .

Pesquisas  nos  Sites  :   google  /  wikipedia.com.br  /  Imagens da Net e acervo particular .


                                   Jerônimo Furtado Sales  

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quarta-feira, 24 de maio de 2017

EXPOSIÇÃO NA UNIFOR

PALEONTOLOGIA NA  UNIFOR  

Evento  Científico e Cultural  :

No período de maio a agosto de 2005 , a Universidade de Fortaleza - Unifor organizou uma
exitosa Exposição sobre temas culturais de pinturas , gravuras e esculturas dos séculos XVII
ao  XX , recebendo também na oportunidade uma extraordinária coleção itinerante de Fósseis
do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri - mantido pela URCA .
Uma boa parte dos fósseis do Museu foi exposta no referido período daquele ano de 2005 .
O acervo destinado a itinerância estava sob a guarda e curadoria do Professor Alexandre
Magno Feitosa Sales , Diretor do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri à época .
Um dado relevante , é que o primeiro fóssil brasileiro , foi encontrado na região do Cariri
cearense , mais precisamente no lugar conhecido como " Barra do Jardim " , na área do
município de Jardim , que está localizado em uma porção do sudeste da Bacia do Araripe .

Descrição  do Primeiro Fóssil  ;

Como já mencionamos , o magnífico achado paleontológico foi descoberto em uma concreção
carbonática , trata-se de um fóssil de peixe , que recebeu o nome científico de "  Rhacolepis " .
A extraordinária peça científica , foi descrita na publicação do livro " Viagem pelo Brasil " de
autoria dos naturalistas alemães  Spix e Martius , nas publicações que ocorreram entre os anos de 
1823 e 1831 .
Destaque-se que , sobre a paleontologia brasileira , nos últimos cento e oitenta ( 180 )  anos de
intensas pesquisas já foram publicados mais de uma centena de trabalhos a respeito deste  tão 
importante tema .
Os fósseis brasileiros da Chapada do Araripe , chamam a atenção de todo o mundo científico pela
sua abundância e espantosa preservação , visualizando-se perfeitamente os ossos inalterados bem
como os fluidos corporais quase intactos .

Pesquisas  nos  Sites  :  google  /  geoparkararipe.org.br  /  imagens dos sites respectivos


                                         Jerônimo  Furtado  Sales 

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